quarta-feira, 27 de janeiro de 2016


QUER SE LIVRAR DAS DROGAS?

*ESTAMOS HÁ MAIS DE 5 (CINCO) ANOS TRABALHANDO EM RESGATAR VIDAS;
*MAIS DE 200 INTERNAÇÕES POR ANO;
*REALIZAMOS INTERNAÇÕES VOLUNTÁRIAS E INVOLUNTÁRIAS;
*MAIS DE 90% DOS INTERNOS ADEREM AO TRATAMENTO E RETORNAM A SUAS ATIVIDADES E AO CONVÍVIO SOCIAL, APRESENTANDO UM ÓTIMO DESENVOLVIMENTO DE SUA VIDA.
*INSTRUÍMOS SOBRE O PÓS TRATAMENTO COMO: GRUPOS DE APOIO E ESPIRITUALIDADE!
*NOSSAS CLÍNICAS DE RECUPERAÇÃO SÃO PARA  MENORES, MASCULINASFEMININAS E DE ALTO PADRÃO .
*FACILITAMOS A ENTRADA

ASSISTÊNCIA DIFERENCIADA

*ATENDIMENTO ESPECIALIZADO A PESSOAS COM PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS. 
*ESTUDOS: BÍBLICO, 12 PASSOS T.R.E, P.P.R E PESQUISAS SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA. 
*PSICÓLOGOS, PSIQUIATRAS, TERAPEUTAS E MONITORES ESPECIALIZADOS EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA. 
*SERVIÇOS DE REABILITAÇÃO E RESSOCIALIZAÇÃO COM A SOCIEDADE. 

ATENÇÃO: SE A PESSOA TRABALHA OU TRABALHOU NOS ÚLTIMOS 12 MESES REGISTRADO EM CARTEIRA OU SE PAGA O CARNÊ DO INSS, NOSSO PSIQUIATRA EMITE UM LAUDO COM CID DA DOENÇA (DEPENDÊNCIA QUÍMICA) QUE VAI DO F-10 AO F-19 E CONSEGUIMOS DAR ENTRADA NO AUXÍLIO-DOENÇA PARA NOSSOS PACIENTES! 


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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MENORES

MENORES

Clínica de Recuperação Viver sem Drogas

QUER SE LIVRAR DAS DROGAS?

*ESTAMOS HÁ MAIS DE 5 (CINCO) ANOS TRABALHANDO EM RESGATAR VIDAS;
*MAIS DE 200 INTERNAÇÕES POR ANO;
*REALIZAMOS INTERNAÇÕES VOLUNTÁRIAS E INVOLUNTÁRIAS;
*MAIS DE 90% DOS INTERNOS ADEREM AO TRATAMENTO E RETORNAM A SUAS ATIVIDADES E AO CONVÍVIO SOCIAL, APRESENTANDO UM ÓTIMO DESENVOLVIMENTO DE SUA VIDA.
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

VIDEOTERAPIA

VIDEOTERAPIA


A videoterapia ou o treinamento com vídeo é uma excelente ferramenta para a autoconfrontação, autoconhecimento e auto-observação.
  • A pessoa se vê no vídeo, se conhece mais profundamente e tem respostas mais rápidas ao tratamento ou ao treinamento.
  • Ela confronta a imagem ideal, imaginada por ela, com a real, apresentada aos outros.
  • Compara o padrão interno com o externo.
  • Compreende como os seus modos, postura e imagem, afetam os demais.
  • A imagem na tela permite perceber, questionar, interpretar, criticar, esclarecer, sugerir e encorajar a mudança do comportamento.

BENEFÍCIOS GERAIS
  • Aprimorar auto-percepções.
  • Melhorar o autoconceito.
  • Desenvolver a autoconfiança.
  • Valorizar a identidade pessoal.
  • Elevar o nível de consciência para uma postura mais objetiva, real e observadora.
  • Treinar novas formas de projetar a imagem pessoal: olhar, gestos, postura, fisionomia, sorriso e movimentos.
  • Treinar novos hábitos.
  • Reestruturação cognitiva: alterar o pensamento mediante a confrontação com a própria imagem e áudio.
  • Identificar vícios de postura, vícios de expressão verbal, tiques e movimentos bizarros.
  • Romper a barreira da inibição ou da negação de um comportamento.
  • Superar resistências de examinar crenças, atitudes e sentimentos dolorosos ou ameaçadores.

BENEFÍCIOS ESPECIAIS
  • Maior velocidade na obtenção dos resultados.
  • Maior autenticidade dos resultados.
  • Maior valorização dos resultados.
  • Insights mais profundos.
  • Maior impacto nas conclusões esclarecedoras.
  • Modelagem: treinar passo a passo até a “perfeição”.
  • Realizar as próprias interpretações e modificações do comportamento.


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

ESPIRITUALIDADE

Sabemos que a dependência química e alcoólica é uma doença que afeta fisicamente, psiquicamente e emocionalmente o ser humano.
Porém temos a certeza que a falta ou baixa espiritualidade é o fator mais determinante para a não reabilitação do dependente.
Na grande maioria dos casos os dependentes não possuem nenhuma espiritualidade, não frequentam nenhuma igreja, ou se frequentam não compartilham dos mesmos ideais.
A maioria dos dependentes em uso, não estão em comunhão com a igreja, não participam de nenhum evento ou programação ligados à espiritualidade.
Mas o pior de tudo é que não só perdem o seu vínculo com Deus, como se entregam ao pecado, pois é muito normal que o dependente em uso esteja envolvido com: prostituição, adultérios, fornicações, roubos, jogos, desavenças familiares, desavenças com terceiros, mentiras, etc…
Na bíblia em II Timóteo 3, 2 – 4 o Apostolo Paulo consegue retratar muito bem como a maioria dos dependentes se apresentam:
“Os homens se tornarão egoístas, avarentos, fanfarrões, soberbos, rebeldes aos pais, ingratos, malvados, desalmados, desleais, caluniadores, devassos, cruéis, inimigos dos bons, traidores, insolentes, cegos de orgulho, amigos dos prazeres e não de Deus”.
Espiritualidade Ecumênica: Estudo de noções básicas sobre FÉ, promovendo a familiarização com os temas e materiais espirituais, com o objetivo de estimular o relacionamento com PODER SUPERIOR, permitindo substituir o medo e a indiferença pela fé e pela confiança:
O pensamento pós-moderno abriu a possibilidade de entender a religião e a espiritualidade como aspectos importantes na experiência humana, uma vez que para algumas pessoas, a religião é parte integrante de suas vidas e experiências cotidianas (SAVIO e BRUSCAGIN; 2008). Isso acontece porque a espiritualidade está inserida na cultura e no cotidiano de muitas pessoas, pois quando se encontram em situações de risco, de perdas, medo, doenças, estressantes ou traumáticas e de agradecimentos se voltam para sua crença, fé, independente de sua religião.
Assim, a espiritualidade, pode ser considerada como uma forma de expressão religiosa, no relacionamento com Deus em atividades solitárias, estando ligadas as vivências do indivíduo, não necessitando necessariamente estar ligada a uma religião ou crença específica.  


Codependência e Tratamento.

O codependente acredita que sua felicidade depende da pessoa que tenta ajudar, e assim se torna dependente dele emocionalmente, procurando ajudá-lo seja sendo excessivamente permissivo, tolerante e compreensivo com os abusos do outro, seja sendo excessivamente controlador, perfeccionista e autoritário. É comum que o codependente coloque as necessidades do outro, acima de suas próprias. É comum que desenvolvam relacionamentos contraditórios onde são expressados comportamentos de afeto e agressão simultaneamente, onde ambas pessoas estão fortemente envolvidas emocionalmente e não conseguem se desvincular uma da outra.
Quando alguém abusa do uso de álcool ou de outras drogas e se torna um dependente, vai perdendo, gradativamente, o controle de sua vida e abandonando suas responsabilidades. Nesta hora, a família, ou os mais próximos, podem começar a assumir as funções que vão sendo deixadas de lado pelo dependente químico.
Contas para pagar, desculpas para faltar ao trabalho (enquanto este ainda existe), todos os assuntos referentes às crianças quando há filhos na família, atividades sociais… Tudo que alguém precisa cuidar e resolver, costumeiramente, vai sendo absorvido pelas pessoas mais próximas. Em geral, os familiares. Desta forma, os sistemas familiares geram relacionamentos extremamente adoecidos e que são sustentados e perpetuados porque as pessoas ligadas aos dependentes sentem-se presas numa armadilha, sem alternativas.
Neste cenário, faz-se necessário definir um termo pouco conhecido, a co-dependência, que significa: “viver num sistema em que uma pessoa se responsabiliza por outra que está agindo irresponsavelmente e destruindo a própria vida”. Mas isso tem um preço. Essa dinâmica adoece a família como um todo e cada membro no que cada um já traz como bagagem de dificuldade.

TRATAMENTO


É importante que o codependente faça algum tipo de acompanhamento psicológico (seja ele terapia de casal, terapia em grupo como Amor ExigenteNar-Anon ou Al-Anon, terapia familiar, terapia individual), pois trata-se de uma situação que envolve grande sofrimento e muito difícil de ser resolvida sem ajuda. Em alguns casos acompanhamento psiquiátrico também é recomendado.
Padrões de co-dependência não resolvida pode levar a problemas mais graves como o alcoolismo, vício em drogas, transtornos alimentares e outros comportamentos auto-destrutivos e vícios patológicos. As pessoas com co-dependência também são mais susceptíveis de atrair novos abusos de indivíduos agressivos , mais propensos a ficar em empregos estressantes ou relacionamentos, menos propensos a procurar atendimento médico quando necessário e também são menos propensos a receber promoções e tendem a ganhar menos dinheiro do que aqueles sem os padrões de co-dependência.
Apesar da importância da psicoterapia, deve-se ter cautela ao escolher tratamentos, pois nem todos são baseados em evidências, alguns são apenas baseados em crenças e filosofias que podem causar ainda mais prejuízo a família envolvida.

Seja em relacionamentos de casal, de pais e filhos, ou mesmo de amigos, o codependente tenta controlar as ações do outro.
Seja em relacionamentos de casal, de pais e filhos, ou mesmo de amigos, o codependente equivocadamente se responsabiliza por outra pessoa tentando controlar algo que nunca será capaz: as ações e reações do outro. E, principalmente, o uso de drogas de quem está descontrolado. Isso é impossível, ninguém consegue efetivamente controlar outra pessoa, antecipar seus atos e impedir acontecimentos indesejados. Mas o familiar segue tentando. Em vão. E frequentemente se vê preso em uma ciranda de pensamentos e sentimentos que só geram mais sofrimento: negação do problema, raiva do adicto, superproteção, culpa, ansiedade, frustração e vergonha.
Focalizando no comportamento do outro, o familiar codependente não vê o seu próprio comportamento muitas vezes compulsivo e adictício. Algumas características importantes ajudam a detectar se a família como um todo ou um familiar em particular está vivendo uma situação de co-dependência:
A primeira delas é ser capaz de identificar seus próprios sentimentos:
Pessoas que vivem situações assim, de convivência e tentativa de controle de alguém que está abusando de drogas, têm sentimentos dolorosos. Que por isso mesmo são negados, não são reconhecidos como tal. Negar sentimentos muito dolorosos ou difíceis de admitir acaba por causar a perda de outros sentimentos. Ao negar o sofrimento, negam também a alegria; suprimindo a raiva, desaparece a serenidade; sem o luto não conseguem vivenciar o contentamento. Assim, todos os sentimentos, os agradáveis e os ruins, são empurrados para fora da consciência. Não é que não sintam, mas, não identificam e não sabem o que sentem.
Outra característica na qual se pode identificar um caso de co-dependência é quando o familiar do dependente sente culpa ao falhar com algumas responsabilidades do dia a dia, mesmo estando sobre carregado:
Um dos poucos sentimentos que os codependentes se permitem sentir e reconhecer é a culpa que sentem. A crença comum, apesar de falsa, é: “eu causei este problema (álcool, drogas, etc.), portanto a culpa é minha”. Sentem culpa pelas ações do adicto com o qual estão envolvidos. Estes familiares também apresentam um alto grau de perfeccionismo, esperando demais de si e dos outros, perdendo às vezes a medida do bom senso. É comum exigirem, por exemplo, que o médico ou o terapeuta, num passe de mágica, faça com que seu parente pare de se drogar, ignorando completamente que os profissionais de saúde ajudam quem quer se tratar, ajudam até a reconhecer as evidências do que está acontecendo, mas não fazem milagres.
Além disso, o codependente não admite nem reconhece o problema:
Pode ser uma adicção declarada ou um problema escondido. Se for uma adicção, será sempre diferente da pessoa de quem são codependentes. O familiar pode ser um alcoólico que se queixa do uso de drogas ou do comportamento disfuncional de seu marido ou filho. O familiar pode comer compulsivamente, mas se queixa do cônjuge alcoólico. Em muitos casos, a perda de controle é escondida, como um segredo. Seja o que for, o codependente vive em completa negação do problema, não o admite e não o reconhece.
Outro sintoma da co-dependência está na repetição de padrões de comportamento que não funcionam:
Esses familiares têm dificuldade em fazer mudanças em suas vidas, geralmente sentindo-se impotentes e vitimizados em várias áreas, nas mais diversas situações. Também sentem vergonha de falhas que parecem não estar ligadas à co-dependência (como suas próprias adicções à comida, tabaco, jogo ou mesmo álcool).
Estes são apenas os indícios mais comuns da co-dependência que pode incluir outros comportamentos destrutivos. Mas há esperança. Se, por um lado, a dependência química é uma doença crônica (incurável), progressiva e fatal, a co-dependência não é incurável. Os padrões codependentes se instalam baseando-se nas dificuldades emocionais que cada pessoa já traz em si. Porém, com boa vontade, coragem e tratamento, é possível sair desse círculo vicioso de culpa, tentativas frustradas de controle e autodestruição.
Fonte: Wikipédia

17 PROCEDIMENTOS PARA O FAMILIAR LIDAR COM O DEPENDENTE QUÍMICO

1) Você não é responsável pela dependência do seu familiar. Você não a causou, você não pode controlá-la e você não pode curá-la sozinho;
2) Apesar de você não ser o responsável pela dependência do seu familiar, você é responsável pelo seu próprio comportamento. Você tem a escolha de ajudar o seu familiar a evitar o consumo de substâncias, através do adequado estabelecimento de limites, acolhimento, orientações e tratamento;
3) A dependência do seu familiar não é um sinal de fraqueza da sua família. Infelizmente, isso pode ocorrer em qualquer família, como quaisquer outras doenças;
4) Não ameace, acuse, moralize os erros passados do seu familiar dependente. Isso apenas tornará você o foco da raiva e frustrações do seu familiar dependente; além disso, não ajudará o mesmo a modificar o seu comportamento;
5) No entanto, não mascare, desculpe ou proteja o dependente das consequências naturais do seu comportamento. Fazendo isso, você se torna “cúmplice” na perpetuação dos comportamentos irresponsáveis ou inadequados do adicto;
6) Não tente encontrar fatos no passado do dependente, como traumas infantis, estresse no trabalho, problemas conjugais, para justificar o problema com as drogas. Isso somente promoverá a chancela ao indivíduo dependente para a manutenção do uso das substâncias;
7) Não faça “jogos de culpa” para o indivíduo dependente. Por exemplo, dizer que “se você realmente gostasse de mim, você pararia de usar drogas” realmente não funciona. Culpa não funciona;
8) Não use ameaças como forma de manipulação. Você pode e DEVE estabelecer limites, mas primeiro pense cuidadosamente e, então, esteja preparado para ir adiante. Se você não sabe o que dizer, é melhor não dizer nada;
9) Não permita que o individuo dependente “explore” você financeiramente ou de qualquer outro modo. Respeite-se;
10) Não ignore formas de manipulação realizadas pelo adicto. Não estabeleça conluio com o indivíduo dependente para manter segredos sobre o consumo de drogas. Isso apenas aumentará a evasão de responsabilidade por parte do adicto;
11) Não se esqueça de procurar e manter o seu próprio tratamento. A co-dependência pode ser, às vezes, devastadora;
12) Não tente proteger o indivíduo dependente de problemas comuns da família;
13) Não promova uma “guerra”, se sinais de recaída estiverem presentes. Também não mantenha silêncio sobre eles. Apenas traga-os à vista calmamente e diretamente, sem acusações;
14) Não espere que o indivíduo dependente em recuperação seja “legal” o tempo todo. Às vezes, ele pode ficar irritado, triste, ou de mau humor, sem que isso esteja relacionado ao uso de drogas;
15) Além do problema relacionado ao uso de drogas pelo familiar dependente, você tem outros problemas para solucionar. Não os deixe de lado;
16) Não se iluda pensando que o individuo dependente está “curado” e nunca mais usará substâncias. A Síndrome de Dependência é uma doença crônica que requer tratamento crônico;
17) Não deixe de focar-se em si mesmo. Utilize o seu sistema de apoio, terapeutas, outros familiares e amigos para possibilitar a sua recuperação enquanto codependente.