quarta-feira, 23 de março de 2016

Meditação do Dia. QUARTA, 23 DE MARÇO DE 2016.

As dádivas de Deus.

"Fazemos aquilo que é necessário e aceitamos o que nos é livremente dado em cada dia." II Texto Básico, p. 54.

A nossa relação com o nosso Poder Superior é uma via de dois sentidos. Ao rezarmos, falamos e Deus ouve. Quando meditamos damos o nosso melhor para ouvir a vontade do nosso Poder Superior. Sabemos que somos responsáveis pela nossa parte nessa relação. Se não rezarmos nem ouvirmos, estaremos a excluir o nosso Poder Superior das nossas vidas. Quando pensamos na nossa relação com o nosso Poder Superior, é importante lembrarmo-nos daquilo que somos: impotentes. Podemos pedir orientação; podemos pedir boa-vontade ou força; podemos pedir o conhecimento da vontade do nosso Poder Superior - mas não podemos fazer exigências. O Deus da nossa concepção - aquele que tem o poder - irá preencher a outra metade desta relação, dando-nos exactamente aquilo de que precisamos, quando precisamos. Precisamos de pôr acção todos os dias para manter viva a nossa relação com um Poder Superior. Uma forma de fazê-lo é aplicando o 11º Passo. Lembramo-nos então da nossa impotência e aceitamos a vontade de um Poder Superior a nós mesmos.
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Só por hoje: Na minha relação com o meu Poder Superior, sou eu o impotente. Hoje, lembrando-me de quem sou, vou aceitar humildemente as dádivas do Deus da minha concepção.

terça-feira, 22 de março de 2016

Meditação do Dia. TERÇA, 22 DE MARÇO DE 2016.

O princípio da auto-suficiência.

"Na nossa adicção ativa éramos dependentes de pessoas, de lugares e de coisas, para nos darem apoio e nos providenciarem aquilo que sozinhos não conseguíamos encontrar em nós mesmos." Texto Básico, p.,80

No reino animal existe uma criatura que prospera à custa dos outros. Chama-se sanguessuga. Agarra-se às pessoas e tira tudo o que precisa. Quando uma vítima sacode a sanguessuga, ela simplesmente arranja outra vítima. Na nossa adicção activa o nosso comportamento era semelhante. Sugávamos as nossas famílias, os nossos amigos e as nossas comunidades. Conscientemente ou não, procurávamos obter alguma coisa de quase todas as pessoas que encontrávamos, sem lhes dar nada em troca. Quando, na nossa primeira reunião, vimos passar o "saco" talvez tenhamos pensado, "Auto-suficiência! Que raio de noção tão estranha é esta?". À medida que fomos observando, reparámos numa coisa. Estes adictos auto-suficientes eram livres. Ao pagarem os seus meios, tinham conquistado o privilégio de tomar as suas próprias decisões. Ao aplicarmos o princípio da auto-suficiência nas nossas vidas pessoais, conquistamos para nós mesmos o mesmo tipo de liberdade. Ninguém mais terá o direito de nos dizer onde devemos viver, pois somos nos quem pagamos a nossa própria renda. Podemos comer, vestir ou conduzir aquilo que escolhermos, porque nos sustentamos a nós mesmos. Nós, ao contrário da sanguessuga, não temos que depender dos outros para nos sustentarmos. Quanto mais responsabilidades assumirmos, mais liberdade conquistaremos.

Só por hoje: Não há limites para a liberdade que posso conquistar por me sustentar a mim próprio. Hoje vou aceitar responsabilidades pessoais e vou pagar o meu próprio caminho.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Meditação do Dia. SEGUNDA, 21 DE MARÇO DE 2016


Uma doença tratável.
"A adicção é um doença que envolve mais do que o uso de drogas." Texto Básico, p. 3.
Na nossa primeira reunião talvez tenhamos ficado surpreendidos pela forma como outros membros partilhavam sobre como a doença da adicção tinha afectado as suas vidas. Pensámos para nós mesmos, "Doença? Eu só tenho um problema com drogas! De que é que eles estão para ali a falar?". Depois de estarmos no programa há algum tempo começámos a ver que a nossa adicção vai mais fundo do que o nosso uso de drogas obsessivo e compulsivo. Vimos que sofríamos de uma doença crónica que afectava muitas áreas das nossas vidas. Não sabíamos onde tínhamos "apanhado" esta doença, mas ao examinarmo-nos a nós mesmos percebemos que ela tinha estado presente em nós havia muito anos. Tal como a doença da adicção, também o programa de NA afecta todas as áreas da nossa vida. Fomos à nossa primeira reunião com todos os sintomas presentes: o vazio espiritual, a agonia emocional, a impotência, o desgoverno. Tratar da nossa doença envolve muito mais do que a mera abstinência. Usamos os Doze Passos e, apesar de não "curarem" a nossa doença, eles começam a cicatrizar-nos; e à medida que recuperamos vamos experimentando o dom da vida.
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Só por hoje: Vou tratar a minha doença com os Doze Passos.

domingo, 20 de março de 2016

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Meditação do Dia. DOMINGO, 20 DE MARÇO DE 2016

Poder Superior.

"A maioria de nós não tem qualquer problema em admitir que a adicção se tornará uma força destrutiva nas nossas vidas. Os nossos melhores esforços resultaram em destruição e num desespero ainda maior. Chegamos a um ponto em que compreendemos que precisávamos da ajuda de um qualquer Poder superior à nossa adicção." II Texto Básico, p. 28

A maioria de nós sabe, sem dúvida, que a destruição tem preenchido as nossas vidas. Aprender que temos uma doença chamada adicção ajudou-nos a compreender a fonte ou a causa de tal destruição. Podemos reconhecer a adicção como um poder que devastou as nossas vidas. Quando fazemos o Primeiro Passo, admitimos que essa força destrutiva da adicção é maior que nós. Somos impotentes perante ela. Nesta altura a nossa única esperança é encontrar algum Poder que seja superior à força da nossa adicção - um Poder empenhado em preservar a vida, e não em acabar com ela. Não precisamos de compreendê-lo, ou mesmo de lhe dar um nome; apenas temos que acreditar que tal Poder Superior pode existir. A crença de que possa existir um Poder benevolente superior à nossa adicção dá-nos a esperança suficiente para nos mantermos limpos, um dia de cada vez.
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Só por hoje: Acredito na possibilidade de existir algum Poder que seja superior à minha adicção.

sábado, 19 de março de 2016

Meditação Diária, 19 de Março de 2016.

Bom dia meus amigos.

Meditação do Dia.

SÁBADO, 19 DE MARÇO DE 2016

Algo de valioso para partilhar.

"Uma mensagem de recuperação da adicção, simples e honesta, soa a verdadeiro." Texto Básico, p. 58.

Estás numa reunião. As partilhas já se arrastam há algum tempo. Um ou dois membros já descreveram experiências espirituais de uma forma especialmente significativa. Um outro já nos fez rir a todos com histórias divertidas. É então que o coordenador aponta para ti ... ai, ai! Começas a falar envergonhado, gaguejas algumas palavras em tom de desculpa, agradeces a todos por te terem ouvido, e ficas sentado o resto da reunião num silêncio embaraçado. Esta história é-te familiar? Bom, não estás sozinho. Todos nós passamos por alturas em que sentimos que o que tínhamos para partilhar não era suficientemente espiritual, não era suficientemente divertido, não era suficientemente coisa alguma. Mas partilhar não é um desporto de competição. O objectivo das nossas reuniões é a identificação e as experiências, o que é algo que todos nós temos em abundância. Quando partilhamos do coração a nossa verdadeira experiência, os outros adictos sentem que podem confiar em nós porque sabem que somos iguais a eles. Quando partilhamos simplesmente o que tem sido eficaz para nós, podemos ficar seguros de que a nossa mensagem irá ser útil para outros. A nossa partilha não tem que ser bonita ou divertida para tocar na verdade. Qualquer adicto que trabalhe honestamente o programa tem algo de imenso valor para partilhar, algo que mais ninguém pode dar: a sua própria experiência.
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Só por hoje: Tenho algo de valioso para partilhar. Hoje vou a uma reunião partilhar a minha experiência de recuperação da adicção.

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sexta-feira, 18 de março de 2016

INTERNAÇÃO DE UM DEPENDENTE QUÍMICO


A dependência química é uma doença, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, que afeta não só o usuário de drogas, mas também a família e ao meio em que convive. Essa é uma doença multifatorial. Por isso, vários aspectos devem ser observados na elaboração de um tratamento. O diagnóstico psicológico, baseado em conhecimento profundo do tema, é o primeiro passo. É importante também o acompanhamento biológico ou clínico para saber os prejuízos que o corpo sofreu com o uso dos químicos.
A internação do paciente é necessária quando há intoxicação aguda ou crônica e, consequentemente, ele já não tem condições de tomar decisões ou cuidar de si mesmo. Também são indicadas quando há dificuldade em ficar abstinente, há desgaste da família, que fica sem saber como ajudá-lo em casa, ou ainda em situações que coloquem em risco a segurança da pessoa e de quem estiver em volta, devido à falta da droga ou do envolvimento com o tráfico.
Veja situações que exigem a internação do dependente químico:
Risco de suicídio ou homicídio
Dificuldade de manter-se em abstinência durante o tratamento ambulatorial
Complicações de saúde, como problemas cardíacos
Crises de abstinência
Estados psicóticos
Risco de “overdoses” acidentais ou suicidas
Necessidade de ambiente estruturado para mudar o estilo de vida
O tempo da internação varia de caso a caso. O tratamento da dependência química é individual, já que ela pode ter origens diversas. Há internações de 15 ou 28 dias, 30, 45 e 60 dias e de até seis meses a um ano. Alguns fatores, como idade do paciente, tempo de uso, substância utilizada, quantidade e frequência e comprometimento físico e mental, podem determinar o tempo em tratamento.
O apoio da família e dos amigos, somado a um grupo multidisciplinar capacitado, contribui muito para que os resultados da internação sejam eficientes.

Meditação do Dia, Sexta, 18 de Março de 2106

A mensagem completa.

"Existe um sentimento especial que toma os adictos quando descobrem que há outras pessoas que partilham as suas dificuldades, passadas e presentes." Texto Básico, p. 63.

A riqueza da nossa recuperação é boa demais para ser guardada só para nós. Alguns de nós acreditam que quando partilhamos em reuniões devemos "lembrar o recém-chegado" e tentar transmitir uma mensagem positiva. Mas às vezes a mensagem mais positiva que podemos transmitir é que estamos a passar por momentos difíceis na nossa recuperação e que nos mantemos limpos apesar de tudo! Sim, transmitir uma mensagem forte de esperança para os membros mais recentes pode ser gratificante. Afinal de contas ninguém gosta de pieguices. Mas as desgraças acontecem, e a vida, tal como ela é, pode perturbar até mesmo aqueles que estão em recuperação há mais tempo em Narcóticos Anónimos. Se estivermos equipados com as ferramentas do programa, seremos capazes de atravessar esses períodos conturbados e de nos mantermos limpos para contar como foi. A recuperação não acontece toda duma vez; é um processo contínuo, por vezes atribulado. Quando diluímos o conteúdo da nossa mensagem por nos negarmos a partilhar sobre os momentos difíceis por que passamos, não estamos a permitir que os recém-chegados tenham a oportunidade de ver que também eles podem manter-se limpos aconteça o que acontecer. Se partilharmos toda a nossa mensagem de recuperação, podemos não saber quem beneficia com ela, mas de certeza que alguém beneficiará.
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Só por hoje: Vou partilhar honestamente tanto os bons tempos como os tempos difíceis da minha recuperação. Vou lembrar-me de que a minha experiência em ultrapassar as dificuldades pode ajudar outro adicto.



quinta-feira, 17 de março de 2016

Meditação Diária. QUINTA, 17 DE MARÇO DE 2016

Meditação do Dia.
A verdadeira coragem.
"Aqueles que atravessam esses períodos com sucesso demonstram uma coragem que não é deles." Texto Básico, pp. 96-97.
Antes de chegarmos a NA, muitos de nós pensavam que eram corajosos simplesmente porque nunca tinham sentido medo. Tínhamos drogado todos os nossos sentimentos, incluindo o medo, até que nos convencemos de que éramos uns duros, pessoas corajosas que não quebrariam perante qualquer circunstância. Mas encontrar a nossa coragem nas drogas não tem nada a ver com a forma como vivemos as nossas vidas hoje em dia. Limpos e em recuperação, estamos sujeitos a, por vezes, sentir medo. Quando percebemos pela primeira vez que nos sentimos assustados, talvez pensemos que somos cobardes. Temos medo de pegar no telefone porque a pessoa que está do outro lado pode não nos compreender. Temos medo de pedir a alguém que seja nosso padrinho ou madrinha porque ele pode dizer que não quer. Temos medo de procurar emprego. Temos medo de ser honestos com os nossos amigos. Mas todos estes medos são naturais, saudáveis até. O que não é saudável é permitir que o medo nos paralise. Quando permitimos que o nosso medo nos faça parar de crescer, estamos a ser derrotados. A verdadeira coragem não é a ausência de medo, mas sim a boa-vontade para ultrapassá-lo.
Só por hoje: Vou ser corajoso. Quando sentir medo, vou fazer o que for preciso para crescer em recuperação.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Meditação do Dia. QUARTA, 16 DE MARÇO DE 2016


Inventário.

"O propósito de um minucioso e destemido inventário moral é conhecermo-nos por entre a confusão e as contradições das nossas vidas." Texto Básico, p. 32

Adictos a usar são pessoas confusas, e que confundem. É difícil dizer o que é que vão fazer de um minuto para o outro, ou quem é que vão ser. Os adictos acabam por ficar tão surpreendidos quanto as outras pessoas. Quando usávamos o nosso comportamento era ditado pelas necessidades da nossa adicção. Muitos de nós ainda continuam a identificar as nossas personalidades com os comportamentos que tínhamos a usar, o que nos leva a sentir vergonha e desespero. Hoje já não precisamos de ser as mesmas pessoas que fomos em tempos, moldadas pela nossa adicção; a recuperação permitiu-nos mudar. Podemos usar o inventário do Quarto Passo para ver as necessidades que tínhamos no passado e descobrirmos quem queremos ser hoje. Escrever sobre o nosso comportamento e reparar em como nos sentimos devido a esse comportamento, irá ajudar-nos a compreender quem queremos ser. O nosso inventário ajudar-nos-á a ver para além das exigências da nossa adicção ativa, para além do nosso desejo de sermos amados e aceites - descobriremos quem realmente somos. Começamos a perceber o que é apropriado para nós e o que queremos que as nossas vidas sejam. É aqui que começamos a voltar a ser quem realmente somos.

Só por hoje: Se quero descobrir quem sou, vou olhar para quem fui e para quem quero ser.

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terça-feira, 15 de março de 2016

Meditação do Dia TERÇA, 15 DE MARÇO DE 2016

Meditação do Dia


Sentirmo-nos "parte de"
"Os momentos em que estamos juntos depois das reuniões são boas oportunidades para partilharmos coisas que não chegámos a falar durante a reunião." Texto Básico, p. 110 
A adicção activa afastou-nos da sociedade, isolando-nos. O medo estava no centro dessa alienação. Acreditávamos que, se deixássemos que os outros nos conhecessem, eles iriam apenas descobrir o quão horrivelmente mesquinhos nós éramos. A rendição estaria apenas a um curto passo de distância. Quando vamos à nossa primeira reunião de NA, costumamos ser impressionados com a familiaridade e a amizade que vemos serem partilhadas por outros adictos em recuperação. Também nós podemos rapidamente tornar-nos parte desta irmandade, se , permitirmos a nós mesmos. Uma forma de começar é indo com os outros até ao café depois da reunião. Nestes encontros podemos deitar abaixo os muros que nos separam dos outros e descobrir coisas sobre nós próprios e sobre outros membros de NA. Ao falarmos com outra pessoa, podemos por vezes revelar coisas de que nos sentíamos relutantes partilhar perante um grupo. Em muitos desses encontros depois das reuniões aprendemos a falar de coisas sem importância, mas também aprendemos a forjar amizades sólidas e profundas. Com os nossos novos amigos de NA já não precisamos mais de viver vidas de isolamento. Podemos tornar-nos uma parte de um todo maior, a Irmandade de Narcóticos Anónimos.

Só por hoje: Vou libertar-me do isolamento. Vou esforçar-me por sentir que faço parte da Irmandade de NA.
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segunda-feira, 14 de março de 2016

Os sete sinais da maturidade emocional

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“Maturidade emocional é perceber que não tenho necessidade de culpar ou julgar ninguém pelo que acontece comigo”
Anthony de Mello
Normalmente, a maturidade é associada à idade e aos anos de experiência de vida cronológica. No entanto, quando se trata de maturidade emocional, a idade pode ter pouco a ver com isso. Muitas vezes a maturidade física chega antes da maturidade emocional.
Amadurecer significa entender que não existe amor maior do que o amor próprio, aprender e aceitar o que a vida nos apresenta e seguir adiante.
A maturidade emocional não surge do nada; exige trabalho, esforço, boa vontade e o desejo de olhar para dentro e se conhecer melhor, com a cabeça e o coração em perfeita sintonia. Amadurecer significa encarar a realidade como ela é, muitas vezes bem mais dolorosa do que gostaríamos.
Aqui estão sete características das pessoas emocionalmente maduras.

1- Saber dizer adeus é maturidade emocional

A maioria de nós sente muito medo, principalmente quando se trata de soltar as amarras e deixar a vida fluir.
Pensar que o passado foi melhor é muito doloroso; nos impede de soltar e deixar ir.
As pessoas emocionalmente maduras sabem que a vida fica muito melhor quando é vivida em liberdade. Então, deixam ir o que não lhes pertence, porque entendem que ficar preso ao passado nos impede de fechar ciclos e curar nossas feridas emocionais.
características da maturidade emocional

2- Conseguem olhar para o seu passado emocional sem dor

Limpar a dor do nosso passado é absolutamente necessário para avançarmos em nosso caminho emocional. As ervas daninhas crescem rapidamente; se não limparmos nosso caminho, não veremos o que está próximo.
As pessoas emocionalmente maduras sabem da importância de viver no presente, superando e aceitando o que passou. O que aconteceu, já aconteceu; não podemos mudar. Aprenda com os erros e siga em frente.
Se perdermos o contato com o nosso interior, não nos afastamos dele, mas permitimos que o negativo do nosso passado interfira na nossa vida presente. Isso é muito doloroso.
  “É por esse motivo que, quando tivermos aprendido o suficiente sobre a nossa dor, perderemos o medo de olhar para dentro e curaremos nosso passado emocional para avançar mais um passo na vida”.

3- Têm consciência do que pensam e sabem

A maturidade emocional nos ajuda a entender melhor nossos próprios sentimentos e os dos demais. As pessoas emocionalmente maduras se esforçam para escrever e pensar sobre as suas opiniões ou sobre como se sentem.
“Amadurecer é ter cuidado com o que diz, respeitar o que ouve e meditar sobre o que pensa”.
A clareza mental das pessoas maduras contrasta com a preguiça e o caos mental das pessoas imaturas. Portanto, a maturidade emocional ajuda a resolver problemas cotidianos de forma eficaz.
características da maturidade emocional

4- Não reclamam de nada

Parar de reclamar é a melhor maneira de promover mudanças.
As queixas podem nos aprisionar em labirintos sem saída. As pessoas emocionalmente maduras já aprenderam que somos o que pensamos.  Se você agir mais e reclamar menos, significa que está crescendo emocionalmente.
Quer viver infeliz? Reclame de tudo e de todos.

5- Conseguem ser empáticas, sem se deixar influenciar pelas emoções alheias

As pessoas emocionalmente maduras têm respeito por si mesmas e pelos outros. Têm habilidade para se relacionar da melhor forma possível com os demais; sabem ouvir, falar e trocar informações. Aprenderam a olhar de forma generosa para o outro; todos nós temos valores diferentes, mas queremos ser aceitos e felizes.
características da maturidade emocional

6- Não se castigam pelos seus erros

Aprendemos com os nossos erros; falhar nos permite enxergar os caminhos que não devemos seguir.
As pessoas maduras não se punem por possuírem limitações, simplesmente as aceitam e tentam melhorar. Sabem que nem sempre tudo acontece como queremos, mas cada erro é uma boa oportunidade para o crescimento pessoal.

7- Aprenderam a se abrir emocionalmente

As couraças emocionais pertencem ao passado. É muito importante ter comprometimento, amor, autoconfiança e acreditar nas pessoas. Não seja perfeccionista e nem espere a perfeição dos outros. Esqueça as desavenças e perdoe, inclusive a você mesmo.
“Desfrute do tempo compartilhado da mesma forma que desfruta do tempo sozinho”.
Maturidade emocional é assumir o controle da sua vida, ter sua própria visão de mundo e ambição para a sucesso. Ao desenvolver a maturidade emocional a vida torna-se um prazer, e não uma obrigação.

Meditação do Dia.

Bom dia meus amigos.


SEGUNDA, 14 DE MARÇO DE 2016

Relações.

"Os nossos inventários também costumam incluir as relações." Texto Básico, p. 34.

Que afirmação tão aquém da verdade! Em especial quando já temos algum tempo limpo, os inventários podem focar exclusivamente nas nossas relações com os outros. As nossas vidas têm sido preenchidas com relações com companheiros, amigos, familiares, colegas, e outros com quem mantemos contacto. Um olhar sobre estas relações pode dizer-nos muito acerca da essência do nosso carácter. Os nossos inventários costumam catalogar os ressentimentos que surgem das nossas interacções diárias com outros. Procuramos ver o nosso papel nessas fricções. Estaremos a colocar expectativas irreais nas outras pessoas? Será que impomos os nossos próprios padrões aos outros? Será que, por vezes, não somos mais do que intolerantes? Muitas vezes é só escrevendo o nosso inventário que nos livramos de alguma da pressão causada por uma relação problemática. Mas temos de partilhar também esse inventário com outro ser humano. Assim iremos ganhar alguma perspectiva necessária sobre o papel que desempenhámos no problema e como poderemos trabalhar em busca de uma solução. O inventário é um instrumento que nos permite melhorar as nossas relações. Aprendemos que hoje, com a ajuda de um inventário, podemos começar a desfrutar as nossas relações com os outros.
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Só por hoje: Vou inventariar o papel que desempenho nas minhas relações. Vou procurar desempenhar um papel mais rico e mais responsável nessas relações.

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domingo, 13 de março de 2016

Promotor de Justiça da Paraíba se envolve com drogas e vive como mendigo



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O promotor de Justiça, João Anísio Chaves Neto, um dos mais combativos do Ministério Público da Paraíba, que atuou por vários anos na promotoria de Guarabira e Belém, foi fotografado em condições degradantes de sobrevivência. Dr. João está vivendo com drogados e mendigos, dormindo em cima de uma tábua numa casa abandonada.
Circula nas redes sociais, fotografias feitas pelo “companheiro” do promotor. O homem, possivelmente drogado fez uma selfie mostrando Dr. João dormindo e com um ferimento no rosto. Na imagem é possível observar cigarro (ele é fumante) e o celular.
Não possível identificar qual o local exato onde encontra-se João Anísio, mas pelo aspecto pode se tratar de uma construção inacabada, em alguma periferia.
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João Anísio Chaves Neto sempre foi considerado um dos mais brilhantes representante do Ministério Público e defendeu com denodo as bandeiras de interesse da sociedade. Frequentemente convidado para entrevistas em emissoras de rádio na região do Brejo, ele tinha o reconhecimento da opinião pública pela defesa que fazia do cumprimento da legislação.
Foi na cidade de Belém que João Anísio começou a enveredar para o caminhos das drogas  e a se envolver com mulheres. Casado, pai de uma filha, mas com uma vida desregrada, João perdeu a esposa e aos poucos foi sendo engolido pelas drogas. Familiares contaram a amigos que todo tipo de ajuda foi buscada para tentar resgatá-lo, mas ele não aceita.
Informação levantada pela reportagem aponta que o Ministério Público da Paraíba, por causa das consequências provocadas pelas drogas e da impossibilidade de continuar trabalhando, o MP teria decidido pela aposentadoria de João Anísio.
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O promotor antes e depois




Portal do Litoral 
Com PB25horas